Manifestações Desafio Urbano de Parkour

O Desafio Urbano de Parkour foi um evento competitivo realizado pela Yescom, Rede Globo e a Academia Tracer. O evento foi televisionado no dia 04 de Janeiro de 2015 e abriu diversas discussões sobre o futuro do Parkour, sua inserção no mundo das competições e a postura dos praticantes quanto a isso.

A onda de manifestos contra a competição foi iniciada pelo Grupo Ibyanga de Parkour e logo se tornou viral entre os maiores grupos e comunidades no facebook.

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Em contrariedade ao evento, praticantes mais exaltados invadiram  o espaço durante a noite e atiraram óleo na estrutura a fim de boicotar a competição. Tal ato não foi endossado pela comunidade de Parkour e muito menos deve ser visto como uma atitude de proteção aos valores do Parkour. Entendemos que se trata de vandalismo e que nenhuma causa justifica colocar a vida dos praticantes, nosso amigos, em risco.

No dia da competição houve ainda um manifesto pacífico com faixas contra a competição.

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O mural abaixo é uma compilação de algumas das notas de grupos que endossaram essa corrente de repúdio.

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Mural – Desastre of Motion

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Disaster of Motion – In English

DISASTER OF MOTION PRONTA PARA USO

The viral and virtual manifesto called “Disaster of Motion” is the second brazilian protest against “Art of Motion” event and how “Redbull” deals with the modalities and their practitioners. The purpose of it is to be heard in front of the process “videos submission” which is being done to find athletes to Redbull Art of Motion Santorini 2013.

We are against this competition and how Redbull manipulates practitioners from all around the world to sustain and strive to disclose, represent and literally “give blood and sweat” by the company.

We are not positioning ourselves as defenders of an activity or another. We stand against the event and the company’s behavior.

We are outraged by the practitioners that are deceived and seduced by promises of fame, travel, titles and ranking. We are outraged by the way dishonorable as company and event participants play out the values ​​and principles of the activities that wear the shirt.

We do not believe that the best athlete is the one that presents the best move, the best performance or which most animates the public. We do not think this athletes should be placed in a “cage of monkeys” to fight like animals to a plate of food. Nor do we believe that the temptations and rewards justify participation in something.

The Art of Motion unscrupulous acts and despite getting deceive spectators and practitioners, does not set limits to where it can trample, humiliate and spit in the face of street activities that were born with the aim to create better human beings, free from manipulation and morally strengthened.

We are Brazilians but we speak the same language as many other practitioners in the world. We are against the event format proposed by Redbull on the “Art of Motion” and therefore we manifest whenever possible with all our revulsion.

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Disaster of Motion – Manifesto contra o Art of Motion

DISASTER OF MOTION PRONTA PARA USO
Em inglês: https://proparkourbr.wordpress.com/2013/08/08/disaster-of-motion-in-english/

A manifestação viral e virtual chamada “Disaster of Motion” é o segundo ato de protesto brasileiro contra o evento Art of Motion e a forma como a Redbull lida com as modalidades e seus respectivos praticantes. O objetivo deste manifesto é se fazer ouvir a frente do processo de “vídeos submission” que está sendo concluído para encontrar atletas para o Redbull Art of Motion Santorini 2013.

Somos contra essa competição e a forma desrespeitosa com que a Redbull manipula praticantes de todo o mundo para que sustentem e se empenhem em divulgar, representar e literalmente “dar o sangue e o suor” pela empresa.

Não estamos nos posicionando enquanto defensores de uma atividade ou outra. Nos posicionamos contra o evento e o comportamento da empresa.

Estamos indignados com o comportamento sujo e explicito de praticantes que se deixam enganar e seduzir pelas promessas de fama, viagens, títulos e ranking. Estamos indignados com a forma desonrosa como a empresa e os participantes do evento jogam fora os valores e os princípios básicos das atividades que vestem a camisa.

Não acreditamos que o melhor atleta é aquele que apresenta o melhor movimento, a melhor evolução ou o que anima mais o público. Não acreditamos que atletas de respeito, dessas modalidades, possam ser colocados em uma “gaiola de macacos” para se digladiar feito animais por um prato de comida. E também não acreditamos que as tentações e os prêmios justifiquem a participação em algo do tipo.

O Art of Motion age de forma inescrupulosa e, apesar de conseguir ludibriar espectadores e praticantes, não se põe limites de até onde pode pisotear, humilhar e cuspir na cara de atividades de rua que nasceram com intuito de criar seres humanos melhores, livres de manipulação e moralmente fortalecidos.

Somos brasileiros mas falamos o mesmo idioma que vários outros praticantes do mundo. Somos contra o formato de eventos proposto pela Redbull em cima do “Art of Motion” e por isso nos manifestaremos sempre que possível com toda nossa repulsa.

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Manifesto Contra Competições de Parkour – XTREME GRAVITY


Naim

Nós, traceurs e traceuses da França e mundo afora, nos colocamos veementemente contra a organização de competições de Parkour e campeonatos.

 E fazemos isso, por duas razões principais:

1 – Competição não é compatível com nenhum desses princípios do Parkour:

« Parkour é um método de treino ».

Aquele que disse isso foi nada menos que David Belle. É um treino para eficiência e não para apresentações; um treino para romper obstáculos, não para coletar prêmios. E tal qual um método de treino, ele implica em treinamentos e não em espetáculos. Parkour não é um esporte, e não tem nada a ver com esportes, exceto o uso que é feito do corpo humano. Trata-se de um método de treinamento técnico, físico e mental, uma disciplina integrada a uma filosofia, com maneira particular de se pensar, treinar e observar o meio que nos cerca.

Competição nada mais é do que espetáculo. É a adversidade sendo mostrada como entretenimento. Pessoas julgam a sua aptidão física em um tempo delimitado. Para vencer, você tem que fazer melhor do que os outros competidores. Você não está lá para treinar, ou mesmo para pensar, ou analisar as coisas de forma diferente; você está lá para derrotar os outros e vencer. Esse é o único objetivo dos competidores e o que é esperado que eles sigam.

Portanto, o Parkour não precisa de competições. Ele tem a sua forma própria de organizar eventos e conseguir novos praticantes. Há no Parkour um importante lado social, feito de troca de experiências e da proximidade com os seus praticantes. E esse papel social se apresenta por si mesmo – e sempre existiu, desde o nascimento da prática – sem que seja necessário competições: através de treinos coletivos, workshops, encontros, ações em prol do Parkour, viagens para conhecer outras regiões do mundo, debates com as pessoas (praticantes ou cidadãos normais) durante os treinos e por assim em diante. Um encontro de Parkour (um grande ato para reunir os praticantes), é um exemplo de algo que, aí sim, precisa de algum tipo de organização. Durante esses tipos de eventos, os praticantes se conhecem, treinam, discutem, trocam experiência e conselhos. Eles normalmente excedem expectativas, os traceurs sabem disso, e por isso eles tentam participar deles o máximo que podem. Não há necessidade de transformá-los em competições com prêmios para o vencedor a fim de agradar os praticantes.

2 – Competições de Parkour e Freerunning são altamente perigosas

Competições de Parkour e Freerunning fazem com que os atletas: 1 – Façam tudo aquilo que eles conseguirem dentro de um espaço limitado de tempo e 2 – realizem as coisas mais difíceis e perigosas que conseguirem a fim de impressionar o público e os juízes. Ao invés de simplesmente optar por técnicas simples e seguras, coloca os atletas em situações de grande perigo e isso não mede de forma alguma suas habilidades.

O fato é que realizar uma boa apresentação na competição é o que inevitavelmente irá levá-lo a vitória desejada (e a qualquer custo), e, para vencer, ele tentará impressionar o público e os juízes (a qualquer custo).

A situação de alto e incomum stress a que são submetidos fazem com que muitas vezes eles deixem de lado o senso da razão.

Esses parâmetros contribuem significativamente para modificar o pensamento dos atletas e alterar sua percepção das coisas, modificando assim sua freqüência cardíaca, respiração, atenção e habilidade de concentração, e algumas vezes os levam até a tremedeira. Isso significa que qualquer competidor, independente do nível técnico, pode ser afetado por esses parâmetros que são inerentes ao contexto competitivo – e que, no caso de uma prática como o Parkour ou o Freerunning pode ser extremamente perigoso, já que envolve riscos que podem levar a tragédias – e – que como já era de se esperar – vários desses acidentes já aconteceram.

Inclusive há casos onde mesmo depois da queda, o atleta não para, embora fosse extremamente perigoso (e potencialmente mortal), ele continua a executar suas acrobacias, porque ele não se deixará perder a competição por nenhum razão do mundo (o contexto competitivo o leva a pensar dessa maneira e ele tenta vencer não importa como).

E por último, um dos mais importantes ensinamentos do Parkour é a respeito da segurança (a capacidade de cuidar de si mesmo dentro da prática) e que deve ser levada a sério antes de se fazer qualquer coisa. Essa é a única maneira de “ser e durar”, como já foi dito pelo próprio David Belle.

Dito isso, pedimos ao evento “Xtreme Gravity” e seus organizadores que retirem o nome “Parkour” de TODOS os seus meios de comunicação e que cancelem o campeonato de “corrida de velocidade”.

Pedimos também a todos aqueles que, sendo praticantes de Parkour, e que carregam esses valores e defendem sua filosofia, que boicotem o evento, seja como participante ou como espectador, e que se manifestem abertamente o porquê de fazerem isso para que a informação seja então repassada.

Agradecemos com antecipação.

Esse texto é assinado por : Quentin Levietnamienvolant, Robin Pereira, Naïm L’Inconsolable, Anthony Arbona, Bastien Perrod, Cj Øry, Erwan Sbw Suquet, Alexandre Rochat, Anthony Denis, Yann Xtm Daout, Jeremy Bernardin, David Cyclope Chruz, Guilhem Couderc, Oscar Sanchez Castellon, Mehdi Arrif, Samy Belmahdi, Theo Baijot, Léo Rubin, Aurelien Soulimant, Florian Pascal, Vincent Forgeron, Eleok Egg, Gaëtan Rispaud, Julien Martin, Jeremy Plasschaert, Maxime Forestier, Jolas Ky, Akmao’le Cambodgienvolant, Willy Hamon, Andy Roux, Tarek Saghrou, Clément Dumais, Aral Roca Gomez, Alexandre Rochat, Rudy Guillem, Max Rousselle, Parkour Miramas, Thibaut Granier, Tony Eymard,Thomas Jort, Wesley Marcheron, Romain Ribaud, Samuel Gvdn, Ilies Aitemrar.

« O foco é o confronto com o obstáculo. Nas artes marciais, você se foca em machucar ou derrotar alguém para que saibam que você é forte. Mas aqui [no Parkour], existe o encontro somente entre você e o obstáculo. Você contra você mesmo. » (David Belle)

« Sem grupos, sem líderes, sem competições, somente um caminho. » (Sébastien Foucan)

« Parkour é uma ferramenta que pode ser usada para fazer muita coisa boa. É importante que as pessoas saibam disso antes que seja tarde demais e ele se torne algo completamente físico e somente feito por competição ou dinheiro, e com isso a mensagem seja perdida. » (Daniel Ilabaca)

« A competição, ao modificar o estado mental dos praticantes, os força a competir uns contra os outros em beneficio da satisfação do público ou de pessoas gananciosas. Parkour é único; ele não pode ser um esporte competitivo, a não ser que seja ignorada toda sua essência baseada no altruísmo e no desenvolvimento pessoal. Se tornar-se um esporte, vai ser difícil categorizá-lo como uma atividade não-competitiva. E então um novo esporte será difundido, mas que terá perdido toda sua dimensão filosófica. » (Erwan LeCorre)

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Dossiê Urban Free Flow – Pulo do Gato

A UrbanFreeFlow é uma empresa fundada em 2003 por Paul Corkey, também conhecido por EZ, após seu segundo dia de treino. A intenção era fazer uma marca de roupa nova, após a falência de sua empresa anterior.

Desde seu início, a UF se envolveu numa série de situações controversas e ilegais. Como uma empresa, seu objetivo sempre foi o lucro. Por isso, não compartilha de todos os valores éticos e morais pelos tracers, ou qualquer outra pessoa relacionada ao Parkour. Deixando claro que não recriminamos alguem por ganhar dinheiro no Parkour. O que acontece é que a UF sempre utilizou de métodos controversos, antiéticos, e frequentemente ilegais para sua operação.

Enquanto alguns podem criticar a UF por confundir Parkour com Freerunning, na minha visão esse não é o motivo para repudiar seus atos. Hoje, conheço várias pessoas que por convicção não vêem diferença entre as duas definições, e respeito isso. No entanto há diferença entre acreditar em algo por convicção, ou vender algo simplesmente para ganhos pessoais. Na época, a divisão entre PK e FR era claríssima, não havia dúvidas. Mas EZ e sua empresa sempre quiseram buscar o que fosse mais lucrativo, ignorando quaisquer convicções dos envolvidos com Parkour na época.

EZ então com um site bonitinho e chamativo, começou a atrair as pessoas pela parte visual do “Parkour”, disseminando-o frequentemente como simplesmente “pular por aí e dar mortais pela cidade”. E criou um forum, onde os interessados em “parkour” podiam debater. Rapidamente esse forum se tornou um dos maiores do mundo, na época onde o único outro forum era o Parkour.NET, que tinha apoio de David Belle e participação de diversos ícones do Parkour, mas não tinha o mesmo apelo popular.

Só que suas táticas de comercialização da marca usaram de artifícios pouco éticos. Os mais comuns era manipular toda a informação de seus forums, excluindo qualquer visão contrária e criando diversas contas e pseudônimos para disseminar idéias que fossem favoráveis as vendas da empresa. Assim, conseguiu diversos jovens impressionados como seguidores, que seguiam e pregavam para todo o mundo o que era disseminado no forum.

Vem usado de diversas formas de mentira para promoção, tal como se promover como uma comunidade, se dizer “oficial”, mesmo quando Belle já havia se pronunciado publicamente contra empresas ou pessoas que se dissesse representar o Parkour, citando claramente a UF como um dos exemplos.

Além disso, a UF utiliza de táticas como colocar vídeos populares de youtube de outras contas em seu próprio canal, para aumentar sua popularidade. Isso pode ser claramente reparado na descrição do vídeo de Sergio Cora, que diz “glyphmedia, não roube esse vídeo“.

O tamanho da empresa e as oportunidades que isso traria chegou a atrair diversas pessoas para perto, com intenções mistas, que vieram a se afastar em seguida. Abaixo uma pequena lista de algumas das pessoas que chegaram a se envolver com a UF, mas saíram após conhecer os “podres” de dentro delas.

* Stephane Vigroux: Foi anunciado como membro da UF por alguns meses, e logo depois saiu e criou a PKGEN.
* Chau Belle: Em uma conversa pessoal, disse que chegou a ir a um trabalho com EZ. Quando disse que “não ligava pra nada além do dinheiro”, saiu fora
* Livewire, Blue, entre outros: começaram sua fama dentro da própria UF, mas saíram posteriormente sem se pronunciar.
* Dan Edwards: Diretor da Parkour Generations, também foi um dos primeiros parceiros da UF
* M2, criador da American Parkour: Compartilhando dos métodos controversos, criou uma comunidade americana e se separou de EZ.
* Julie Angel: Começou gravando com UF, até que saiu e continuou o projeto de Westminster sem o envolvimento da UF.
* Naim, l1consolable: Aceitou entrar para o quadro de atletas com a intenção de sabotar a empresa de dentro e expor seus pobres para o público.
* Entre diversas histórias de atletas que eram explorados comercialmente para gerar um lucro grande ao empresário.

De uma forma geral, a UF representa uma empresa que abre mão de qualquer valor em busca de lucro e benefício próprio, o que é muito criticado pela galera engajada que é a comunidade do Parkour. Enquanto certas empresas e pessoas buscam seu sustento do Parkour sem abrir mão de valores éticos e morais, a UrbanFreeFlow se apropria indevidamente do termo “Parkour” para ir contra tudo o que sua comunidade defende.

Eu, Jean, em nome do Pulo do Gato, do grupo Geração Tracer e da academia Tracer apoio essa inicativa que visa levar a conhecimento público as práticas dessa empresa que só busca enriquecer a qualquer custo, passando por cima dos valores que lutamos para defender.

UrbanFreeflow não é o único exemplo desse tipo de empresa, onde também se destacam American Parkour e WFPF. No entanto, é a única cujo principal representante assume com convicção tal posição.

Fonte: Pulo do Gato

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Urban Free Fuck – Protesto

Foi lançado no dia 26/03/2012 uma campanha que tomou abrangência mundial denominada Urban Free Fuck. A idéia partiu dos praticantes  Naïm “L’1consolable”, Quentin “Le Vietnamien Volant”, Anthony “Anthow” (Parkour13Sang40), Erik Mukhametshin e Ivan Savchuk responsáveis, dentre tudo, por iniciativas de proteção ao “parkour puro” como a série “Parkour, Literally” no Youtube.

Todos eles faziam parte do grupo Urban Free Flow e acabaram de abandonar a empresa com a seguinte justificativa:

“Nós não compartilhamos das visões da UFF; não concordamos com seus objetivos; nós repudiamos – e vemos diariamente – todas as consequências de suas ações desastrosas. Nós não podemos, como consequência, apoiá-los ou fazer parte de qualquer maneira.”

Em justificativa, os quatro assinam o manifesto alegando que estavam sempre cientes do que a UFF representa, mas que aceitaram o convite para participar do quadro de atletas com o intuito de sabotar a empresa e expor para seus seguidores, por dentro, os podres da mesma. No entanto ao ver que isso não seria possível da forma que queriam, decidiram sair e alimentar essa iniciativa.

Alegavam também estarem cansados dos amigos e conhecidos que viviam questionando a controversa decisão desses tracers tão consagrados, cujos motivos precisavam permanecer em segredo.

“A UF ignora todos os valores do Parkour e faz de tudo para reduzí-lo a um simples produto a ser vendido.”

DOCUMENTO COMPLETO:

BYE-BYE URBAN FREEFLOW!

We, as Naïm “L’1consolable”, Quentin “Le Vietnamien Volant”, Anthony “Anthow” (Parkour13Sang40), Erik Mukhametshin, and Ivan Savchuk, are leaving the UF All Stars team.

All of us decided to leave it at the same time and for the same reasons we all share.

We do not share UF views; we don’t go along with their goals; we deplore -and we can daily see them- all the consequences of their disastrous actions. We cannot, in consequence, support them or keep being part of it in any way.

Urban Freeflow (UF) is an english company created in 2003 by Paul Corkey (also known as “Ez”) that has, since its creation, done everything they could to spread a misconception of parkour, disavowing its fundamental values, and trying to reduce it to a product to sell.
As a company, Urban Freeflow is focusing on a unique goal: making profit. The people who rule it don’t care at all about parkour; parkour is just, in a modified and damaged form, their marketing argument to sell their products and make the maximum profit over it.
In consequence, they have never helped parkour practitioners in any maneer, but did, at the contrary, try to gag on them when the community vigorously protested against what Urban Freeflow was doing with parkour.

To sum up the things they have done, we could say UF are the ones that have turned parkour into t-shirts and clothes, that have imposed competitions against the whole community opinion, that have made it in partnership with Barclaycard, which is a finance company, that have turned parkour into video games with “Freerunning”, a game with themselves as characters, that have decided to use parkour as a tool to help the Police Force and the Royal Marine Commandos, and that have fabricated and kept confusion about the difference parkour and freerunnig going.

Despite of all these facts, UF is still claiming today to be the “World’s premier parkour and freerunning organisation”, which of course is not only a lie, but an insult.

Not everybody knows about this, especially the younger ones, and that should be a reason explaining UF success despite the things they did.

None of us ever asked to be member of the UF All Stars team, we were actually contacted by Ez himself and invited to be involved in this team. At that time, some of us did not know everything about what UF had done by the past; some did know but thought they could use UF popularity and visibility against them, and inform people about what parkour actually is, and about what UF actually made of it. Unfortunately, time has passed, and even if the “Parkour, literally” series — which were done precisely against UF and the conception of parkour they spread- were a success, and used Glyphmedia (UF channel on Youtube) as a broadcasting platform in order to get young people to know about it, the other things we were planning to do could not be done.

This made us relativize the possibilities UF could offer us to fight them from the inside, and relativize their global power too. We felt, once our traps failed, there was nothing really big we could now do from the inside, and there was, in consequence no reason to stay in. The position of the ones of us that knew who UF really were was a bit uncomfortable, as they hated them for so many reasons, and had in the mean time reasons that had to be kept secret to be part of it, and they had continually to answer the question “How can YOU, (name of the person), be part of UF, knowing all the things they did, and how hard they try to destroy parkour?”

Fed up with this complicated situation, and feeling like things we were planning would never happen, we decided to leave UF, and make it public, firstly to have a chance to inform people about UF, and secondly because we considered we owed explanations to the parkour community.

At the time when UF claims itself “insuppressible”, and “running the streets worldwide since 2003” on its Youtube Channel, it seems to us that it is particularly important to keep resisting, and show UF it is not only suppressible; but it has to be suppressed.

A very complete article about who Urban Freeflow really are is available here: http://australian.parkour.asn.au/index.php?topic=1250.0

-Naïm “L’1consolable”, Quentin “Le Vietnamien Volant”, Anthony “Anthow” (Parkour13Sang40), Erik Mukhametshin, and Ivan Savchuk- 26/03/2012

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